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Arquivos de ‘Mídia Social’

29/09/2009 por ricardo.prochnow

Invista no capital social da sua marca

O cenário é o de uma audiência que está zapeando e boicotando os spots publicitários na TV, falando sobre o seu produto na internet, procurando por sua marca no Google e dando cada vez mais importância para a mídia social e as telas conectadas: consumidores fora de seu controle e encantados pela inovação. E no fundo, o que realmente interessa é a história que estes consumidores estão contando sobre a sua marca: o valor dela em meros 140, ou até menos caracteres. É uma história legal, ruim ou nem existe história para ser contada? O que realmente importa é o que “eles” falam de sua marca, e o que “ela” está fazendo por eles.

A proposta da rede social Drimio é oferecer um ambiente para que as marcas busquem o engajamento com seus fãs e consumidores: ser uma plataforma social que atua como uma extensão dos serviços que as marcas já prestam ao seu público.

No Drimio, as pessoas podem incluir qualquer marca, além das já existentes, e adicionar informações que considerem relevantes. Um mix que contempla a maioria das commodities funcionais das grandes redes sociais genéricas com a nossa abordagem de um fórum aberto para consumidores e marcas. Daí nosso slogan “Nossa marcas são suas marcas”.

Além de qualquer pessoa poder adicionar marcas e conteúdos no Drimio, ela também poderá requisitar a credencial de representante oficial de uma marca na rede: e nem por isso, terá privilégios de moderação no ambiente. Estes representantes serão certificados pelo Drimio, trazendo credibilidade ao relacionamento, além de poderem homologar/alimentar a central de presenças da marca, indicando todos os pontos oficiais da marca em outras redes sociais e serviços de internet. Vamos oferecer também uma série de serviços e ferramentas exclusivas aos representantes oficiais para que gerenciem a presença da marca no ambiente Drimio e relacionem-se com seus usuários.

Neste ambiente positivo, de conversação, o Drimio se propõe a atender alguns objetivos de forma diferenciada, como a oportunidade de relacionamento com um grupo único, que se auto-identifica como advogado da marca, mais ativo e conectado nas diversas redes sociais, que gosta de experimentar novos produtos, e que está mais propenso a compartilhar experiências com as pessoas que conhece. Para os advogados da marca, usuários do Drimio, a marca pode distribuir promoções, oferecer acesso antecipado aos lançamentos, questioná-los em busca de diretrizes para novos produtos e serviços, apoiar iniciativas /off-line /e patrocinar eventos, além de avaliar quais conteúdos online estes consideram mais importantes.

O engajamento com os consumidores da marca acontece porque no Drimio os usuários tornam-se, dependendo de seu grau de contribuição, parte do capital social da marca e são vistos e tratados como autoridades e especialistas, tanto pela marca, como por seus amigos membros da rede: este é um componente muito forte na formação de grupos. O elemento diversão também é fundamental no Drimio, com os usuários fazendo o papel de verdadeiros exploradores digitais em busca do conteúdo mais recente e legal sobre as marcas e seus produtos: tanto o conteúdo gerado pela própria marca como principalmente o conteúdo criado por usuários fãs e consumidores. Além disto, outro fator que promove o engajamento é a vinda e participação ativa das marcas junto aos grupos, buscando sua opinião e aval.

Para iniciar esta conversação, estamos convidando os consumidores e fãs das marcas, que, de acordo com a nossa proposta, serão os grandes responsáveis pela inclusão das marcas na rede: um modelo de estrutura “botton up”, de consumidores para as marcas, baseado no engajamento, e no qual a voz das marcas e consumidores tem o mesmo volume.

No Drimio existe uma clara diferença: os grupos formam-se em torno do relacionamento com as marcas, 100%, e não em torno de tópicos genéricos com audiência difusa: nossos usuários têm interesses muito claros e específicos, pois vem ao Drimio com o objetivo de conectarem-se as marcas, num ambiente transparente onde a participação das marcas é natural, e onde a contribuição de conteúdo e o controle não está nas mãos nem de um usuário específico, nem dos representantes das marcas.

Estamos trabalhando muito em todas as sugestões de melhorias recebidas e preparando diversas novidades na evolução da rede, para que você mostre cada vez mais seu interesse pelas marcas, e elas, por você. Nos vemos no Drimio!

* Post originalmente publicado no Blog do EBP2009 (http://evento-ebp.ning.com/profiles/blogs/invista-no-capital-social-da )

12/06/2009 por samanta.tavares

É preciso apenas uma pessoa para começar a festa!

Sasquatch Music Festival 2009 Guy Starts Dance Party, foi um dos vídeos mais exibidos no Youtube nas últimas semanas.

O grande barato desse vídeo, e o que fez ele se tornar o viral da internet é a mensagem que ele passa: É preciso apenas uma pessoa para começar a festa, mas ela é muito melhor quando mais pessoas se juntam a você, para festar contigo!
O mais importante dessa estória toda, é quando você é a pessoa que faz a diferença.

Um canadense chamado Collin é o protagonista deste vídeo, que exemplifica muito bem o que acontece numa rede social em crescimento.

Em seu post no Blog, Seth Godin (guru do marketing) fala que “o lance chave é a adesão do terceiro rapaz. Ali realmente começa o movimento. Antes dele tudo parecia apenas uma dança maluca seguida por um outro maluco. Precisamos de mais mobilizadores do tipo 3!.”

Usando a analogia das redes sociais com uma festa, funciona mais ou menos assim:
Se a festa é fechada, você faz de tudo para conseguir um convite, aí a expectativa é maior. E não interessa se tem conhecido lá ou não.
Se for aberta ao público, você vai porque algum amigo seu te convidou, ou porque ouviu comentários em algum lugar. Vai para saber “qual é” a desse lugar. Na maioria das vezes, nem todo mundo que está lá dentro você conhece, nem todo mundo que está lá quer te conhecer, mas você vai.

Uma boa oportunidade de ver gente diferente, de fazer novos amigos, de ficar por dentro das novidades, do que as pessoas gostam, do que elas não gostam, do que estão comentando, de “trocar figurinhas”.

E assim como o Collin sempre tem aquela pessoa que é quem toca a festa, que puxa o agito. Uma rede social, passa a ter sucesso quando o rapaz do tipo 3 comentando pelo Seth Godin aparece, e depois dele mais um, e outro e mais outro….e a rede vai crescendo, e ficando mais e mais interessante.
Precisamos de mais mobilizadores do tipo 3!

No Drimio, a festa já começou!
E por que não participar desta festa?

Nos vemos no Drimio.

13/02/2009 por samanta.tavares

Eu colaboro, tu colaboras … NÓS COLABORAMOS.

Colaboração é o que tem movimentado a internet nos últimos tempos e como a Drimio baseia-se em conceitos como colaboração e compartilhamento, então por que não convidarmos as pessoas para experimentar o produto, deixando que dêem os seus “pitacos” antes dele ser lançado?

Nesta semana liberamos o cadastro de beta teste da Drimio, para que as pessoas mergulhem no produto, testem, experimentem e principalmente, dêem sua opinião para melhorá-lo.

O beta teste é muito utilizado para Games, o pessoal que é antenado neste assunto, sabe bem do que estou falando. Antes de lançarem a versão final do jogo, as empresas lançam uma versão Beta para que o produto possa ser refinado com a opinião de um grupo de jogadores que o utilizam antes do seu lançamento oficial. O objetivo é oferecer um produto de melhor qualidade aos jogadores e dar à estes o gostinho de ser um os primeiros a usar o game.

Na Drimio, a idéia é a mesma, um período onde usuários serão selecionados para participar desta fase do projeto. Queremos a SUA OPINIÃO e CONTRIBUIÇÃO. Suas sugestões serão implementadas antes do lançamento oficial ou disponibilizadas nas próximas versões.
Fica aqui o nosso convite:

  • SEJA UM DOS NOSSOS BETA TESTERS. Clique aqui!
  • Depois nos contem o que você achou!

26/01/2009 por salomao.casas

Consumidores e Marcas no Campus Party 2009

Foi grande o movimento que vi acontecendo no Campus Party em São Paulo, com 6.500 campuseiros que puderam assistir palestras sobre os mais variados temas de tecnologia. Espaço diferente do que estamos acostumados a ver em eventos,  descontraído, todos demarcados por tapetes com puffs e cadeiras para os campuseiros acompanharem as palestras, compartilharem idéias, projetos e experiências. Detalhe, todos podem estar conectados a internet simultaneamente. O que vi no CP é uma grande rede social funcionando, pois ao mesmo tempo em que você está vendo uma palestra, você está postando no twitter, no blog, nas redes sociais, dando feedback das palestras ao vivo, tudo visível a todos que estão acompanhando o evento in-loco e pela internet. Ao entrar no evento, a primeira impressão é de completo caos, mas aos poucos você percebe que esta em um novo mundo, rodeado de pessoas (geeks) que formam a sociedade digital, da informação, do compartilhamento e colaboração, onde não há mais fronteiras  e nem controle (não existem divisórias entre as palestras, as pessoas sentam juntas), por outro lado, você percebe a formação das “tribos” nas diferentes áreas:  games, blogs, robótica, modding, entre outros.

O debate na área de Laboratório na quinta-feira (22) foi muito interessante, com a participação de Marco Gomes, diretor da Boo-Box e Pedro Cabral, CEO da Isobar,  o painel falou sobre a importância das marcas dialogarem, aprenderem com seus consumidores já que são eles que propagam a marca e com a internet isto ficou ainda mais fácil e rápido. Na mesma linha,  aconteceu o painel Relações Publicas 2.0 na área de Blogs, com a presença de Mário Soma, diretor e sócio do Grupo RMA, Thiane Loureiro, diretora regional da Edelman, e Eduardo Vieira, da Agência Ideal, com a mediação do jornalista Eduardo Vasques, falando sobre as novas formas de interação das marcas com os consumidores através da mídia social. Palavras como “cultura, transparência, maturidade e treinamento” foram citadas no painel para mostrar como as marcas devem participar deste movimento.

O resumo que faço é que o evento do CP trouxe a tona ainda mais fortemente a importância da relação consumidor e marca na web 2.0. O que pude perceber no tom dos palestrantes é que não é mais uma escolha das marcas estar ou não inseridas “digitalmente 2.0”, mas sim a forma, o como isto deve acontecer. Do outro lado,  consumidores, mais maduros, colaborativos e interativos, bastava estar no CP para comprovar!!!

08/01/2009 por salomao.casas

Empresas se aproximam da WEB 2.0 em 2009

O texto abaixo faz um comentário da movimentação que empresas vão fazer para participarmais ativamente da WEB 2.0 e não somente de “saber que existe”, o que será um desafio para as mesmas, porém com vantagens para os dois lados (consumidores e marcas). Demonstra também que não é mais uma questão de “dúvida”, de saber “por que?”, eu marca devo participar do ambiente 2.0, mas sim “como” participar. Que bom, já estamos em um outro patamar !!!

  • Organizations Grapple With The Human Web

In 2008 we saw many organizations taking Web 2.0 very seriously moving from “why” to “how” they should implement these new strategies and tactics. In 2009, reality will set in—big time. Current case studies such as Dell, Zappos and Comcast all gained notoriety for different reasons, but they have one thing in common, each “social media” initiative is supported by LIVE people, employees or representatives who will respond to a tweet, e-mail, phone call, blog post etc. This is what’s becoming known as a “culture of rapid response”. The reason why organizations will grapple with this is because we’ve become used to “launch and walk away” i.e. sites and e-mail blasts which don’t require a response. Organizations will come to terms with the reality that although it is now “cheaper” to launch an initiative leveraging Web 2.0 technology—it requires qualified and passionate people to make them successful. This will not be easy for many businesses/brands as it brings up a host of issues ranging from empowering employees & agencies to have direct contact with customers, to staffing up projects differently. 2009 will prove that the Web is not powered by technology alone. Organizations will realize they require warm bodies and bright minds in order to successfully execute programs, whether they be external or enterprise.

 

O texto “Organizations Grapple With The Human WEB” de David Armano foi extraído do documento “Social Media Predictions 2009” do blog do Peter Kim http://www.beingpeterkim.com/

 

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